quinta-feira, 21 de maio de 2009

JUSTIÇA IMPEDE MARCHA DA MACONHA EM CURITIBA

Flávio Laginski

O movimento nacional conhecido como Marcha da Maconha Brasil, que ia realizar uma manifestação hoje no Largo da Ordem, em Curitiba, teve de suspender o protesto devido a uma medida cautelar proposta pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual (MPE). A medida foi deferida pelo juiz Pedro Luís Sanson Corat, da Vara de Inquéritos Policias de Curitiba.

De acordo com o membro do coletivo da Marcha da Maconha Brasil, Marco Magri, a decisão de suspender a manifestação é arbitrária. “Estamos tomando providência para que a marcha aconteça em Curitiba. Caso não tenhamos êxito para realizar amanhã (hoje), devemos remarcar para o dia 31 de maio, a exemplo de Goiânia, Fortaleza, João Pessoa, Salvador e São Paulo, onde o movimento também teve de ser suspenso”, afirma.

Ele garante que o movimento não tem como objetivo fazer apologia ao uso da maconha. “O que nós queremos é mudar as leis e as políticas públicas de drogas. Queremos também que seja regulamentada a produção, comercialização e o uso dela. Consideramos esse ato do Ministério Público um ato de censura, pois nossa liberdade de expressão está sendo cerceada”, argumenta.

Para o procurador do MPE e coordenador estadual do Gaeco, Leomir Batisti, o pedido para a suspensão do protesto é legítimo. “Acreditamos que a marcha tem, sim, um propósito de fazer apologia ao uso desse entorpecente. Essa foi nossa principal argumentação e que foi aceita pelo juiz. O MPE não tem atitude covarde, conforme eles disseram em uma nota oficial em seu site. O MPE tem compromisso com a lei”, afirma.

Batisti defende ainda que a proibição do protesto não caracteriza censura. “Eles podem fazer um debate sobre o assunto, desde que seja nos canais apropriados. O que querem fazer extrapola a liberdade de expressão”, encerra.

09/05/2009 às 04:00:00 - Atualizado em 10/05/2009 às 22:40:56

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Fonte: http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/371565/

MARCHA PELA MACONHA? INACREDITÁVEL!

Marcha pela Maconha? inacreditável!

Depois da absurda presença de um ministro de Estado na “Marcha pela Maconha” realizada recentemente no Rio de Janeiro, no caso, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc onde fez colocações incoerentes com a lei e com a própria política do Governo, que ele representa,Pensei em refletir com os amigos e irmãos sobre esse assunto polêmico.

É importante, antes da explanação, diferenciar a “legalização” da “descriminalização”. Aqui falamos da legalização.

Pessoalmente sou contra.

- A legalização talvez até diminua a quantidade de mortos pelo tráfico,como dizem seus defensores,porém o tráfico não é focado apenas na maconha, ou seja, continuaria existindo pois é um “negócio” que acompanha a demanda. Se a maconha,pela legalização,tornar-se mais acessível pela venda as outras drogas ilícitas continuariam alimentando o tráfico e a guerra pelos pontos de venda;

-O consumo de outras drogas ilícitas seria estimulado, pois se sabe que rompendo a fronteira da ilegalidade pelo uso da maconha, rapidamente se poderia migrar para outras drogas mais pesadas, com de fato acontece com muitos.

Nem todo usuário em maconha é viciado em outras drogas mais pesadas, mas quase todos os usuários em outras drogas iniciaram pelo uso da maconha;

-A legalização estimularia o uso” livre” da maconha, já que caindo a barreira da ilegalidade, tornar-se-ia acessível a todos sem a marca da criminalização que hoje acompanha seu uso e tráfico;

-Legalizar não resolveria o problema, proibido ou não, quem quer, sabe como encontrar e não deixa de consumir, mesmo com a ameaça da lei;

-A maconha vicia! É prejudicial à saúde, é alucinógeno. Como ser a favor de uma droga que mata seu usuário.Se nem sempre o faz de forma física, o faz pela morte psicológica, emocional, social, familiar.

Pergunte a quem tem filho viciado…

Seria Legalizar o vicio! Se é verdade que nem todos se viciam, a possibilidade de pelo menos um se viciar justificaria legalizar?

-Legalizar a maconha não é apenas uma questão de respeito à liberdade individual Mas é uma questão de saúde pública. diz respeito também a sociedade e a família pelas associações que o ato “livre e pessoal” acarreta.

Maconha está associada ao tráfico, homicídio, roubo, crime, marginalização.. isso não quer dizer que todo usuário seja isso,mas quer dizer que com associações tão fortes e entrelaçadas, o Estado Brasileiro não pode legalizar.seria contraditório com sua missão de órgão a serviço do bem estar e do progresso geral da nação.Seria um retrocesso.Isso sem citar o fato de o Estado não conseguir oferecer condições educacionais compatíveis que permitam a população se defender criticamente do uso errado, nem mesmo hoje, de drogas “licitas”, como o álcool ou o fumo, embora tente.

O álcool e o fumo são “legalizados”.Que vemos? confirma-se que é o que legal nem sempre é Moral.

A título de curiosidade:

Na contramão disso tudo, a Inglaterra há pouco tirou a maconha da classificação B, e colocou na classificação A, ou seja, a classificaram como uma droga tão perigosa quanto a cocaína, a heroína e o ecstasy,

-”Legalizando e regulamentando o consumo de drogas, não se resolve o problema do vicio, mas sim elimina o narcotráfico”, dizem os defensores..

Quanta ingenuidade. Quem foi que disse que o narcotráfico cuida só de maconha? O narcotráfico cuida de tudo que dá dinheiro e lucro. Se não for a maconha,será outra coisa..não existe lei moral para os marginais,a lógica não é essa para quem não tem nada a perder..

Só para lembrar. Quais os efeitos pessoais da maconha ( Não falo aqui dos efeitos sociais)

A maconha fumada causa a maioria dos mesmos problemas de saúde relacionados ao tabaco. Fumada ou comida, a maconha pode quebrar o equilíbrio, a coordenação física e a percepção visual. Isto pode ser perigoso ao dirigir um automóvel ou operar máquinas. Algumas pessoas se sentem narcotizadas (desorientadas e vertiginosas) ao usar a maconha. Esse efeito pode ser mais forte quando se come que quando se fuma.

Alguns usuários desenvolvem uma tolerância a maconha. Isto significa que necessitam de doses cada vez mais altas para conseguirem o mesmo efeito. Os usuários também podem tornar-se dependentes da maconha e podem ter síndrome de abstinência quando deixam de usá-las.

O principal inconveniente para o uso estritamente médico da maconha é o chamado efeito “globo” ou “muito doido”, que consiste em um transtorno das conexões nervosas que produz um fenômeno de dispersão mental, debilitando a memória imediata e dispersando as faculdades discursivas.

O efeito psicotrópico da maconha, similar ao de outras substancias como o LSD, consiste basicamente em uma sensibilidade incrementada que leva também a uma certa falta de equilíbrio e de segurança psíquica do sujeito, acompanhada de uma “alteração do estado de consciência”.

Esses efeitos em gente insegura podem acabar em reações de pânico e ansiedade. De todas as formas esses casos são escassos. Pois as pessoas propensas a isso, normalmente deixam o consumo. A maconha reduz a tensão sangüínea (por isso seus efeitos relaxantes), e em caso de abuso pode produzir o desmaio momentâneo do consumidor “teto branco”, que com uns minutos de relaxamento e um pouco de glicose, se solucionam.

O que sugerir em relação à Maconha?

É preciso empenhar todos os esforços para desenvolver um programa educacional eficiente visando a impedir o aumento do consumo e, quem sabe, até mesmo baixá-lo, já que muito jovem fuma maconha para transgredir a ordem estabelecida.

O Estado precisa investir na educação e na saúde, investimento que, sabemos, não resolverá o problema, já que países desenvolvidos oferecem isso e possuem uma quantidade enorme de usuários e viciados, porém oferecerá condições que permitam razoável amadurecimento psicológico, social e humano para dizer não as drogas.

Porém, o que resolveria mesmo era oferecer um sentido novo para a vida dos usuários e viciados, em Cristo Jesus,

Quem o conhece não precisa de droga.

É aí onde nós entramos!

Fonte: www.comshalom.org/blog/carmadelio/?p=562

LEGALIZAÇÃO DA MACONHA: vereador critica ministro

Em seu discurso realizado no plenário da Câmara nesta terça-feira (12), o vereador Rosival Freitas (PSC) criticou a participação do Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, em uma manifestação à favor da legalização da maconha no Brasil.

Segundo o vereador, é inadmissível que um Ministro, ocupando um cargo de extrema visibilidade, comungue com ideais que vão de encontro à manutenção da ordem e da saúde de inúmeras famílias.

“Temos visto em vários noticiários amostras do estrago que as drogas causam a vida do indivíduo e da sua família. Enquanto o Governo Federal reúne forças para combater o tráfico, o Ministro Carlos Minc, segue a linha contrária, apoiando a legalização de uma droga que só tem gerados prejuízos a nossa população”, explicou.

Rosival destacou que o papel do poder público e de seus representantes é incentivar a adoção de hábitos saudáveis combate inclusive, o uso de drogas. Ele lembrou que a produção de maconha além de ser ilegal, também causa impactos ao meio ambiente, como o desmatamento em áreas ilegais e a utilização de pesticidas e agrotóxicos.

“Num país onde cada vez mais jovens estão enveredando para o mundo do crime e para o consumo de drogas, não é possível aceitar a postura do Ministro. Respeitamos o livre-arbítrio de qualquer cidadão, mas como representantes públicos, devemos trabalhar para a construção de uma sociedade mais justa e livre de problemas sociais onde muitos deles são causados pela utilização de drogas lícitas e ilícitas”, disse.

Rosival lembrou que hoje, a sociedade boa-vistense está envolvida em uma campanha contra a venda de bebidas alcoólicas para crianças e adolescentes, iniciada pelo Ministério Público do Estado com o apoio de várias instituições. “Seria ilógico retroceder o pensamento. Estamos trabalhando no combate ao consumo de uma droga lícita que é o álcool, imaginem então, os efeitos de tornar legal o consumo da maconha?”, disse.

Para o vereador, todas as ações que têm como objetivo coibir o uso de drogas devem ser apoiadas pelo poder público. “Façamos da Câmara também um espaço para dizer não às drogas”, sugeriu Rosival.

Dados – Uma pesquisa divulgada pelo jornal O Globo em abril deste ano, mostra dados levantados pelo Serviço Nacional de Orientação e Informação sobre a Prevenção ao Uso Indevido de Drogas (Vivavoz), organizado pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

O levantamento aponta que a maconha é a porta de entrada para outras drogas mais nocivas. Segundo o levantamento, 49% dos usuários atendidos pelo sistema afirmaram que, começaram usando maconha e depois partiram para o consumo de drogas mais pesadas, como a cocaína e o crack.

O programa Vivavoz atende mensalmente três mil ligações de pessoa de todo o país, pelo telefone 0800-510-0015. Dessas, 1,5 mil são de usuários de drogas lícitas (cigarro e álcool) e ilícitas. Cerca de 400 são usuários de maconha. Os demais são ligações de parentes ou amigos solicitando apoio para lidar com o usuário de drogas.

Fonte: http://www.jornaldoradio.com.br/v2/index.php?option=com_content&task=view&id=10592&Itemid=145

CAMPANHA NACIONAL PELA DEMISSÃO DO SR. MINISTRO CARLOS MINC

CAMPANHA NACIONAL PELA DEMISSÃO DO SR. MINISTRO CARLOS MINC DO MEIO AMBIENTE POR DEFENDER PRINCÍPIOS CONTRÁRIOS A SUSTENTABILIDADE DA FAMÍLIA E APOLOGIA A MACONHA.

CAMPANHA NACIONAL DE ASSINATURA:
Enviar o seu NOME COMPLETO E RG para o e-mail: prof.luiscavalcante@bol.com.br - estaremos encaminhando o protesto para os órgãos competentes.

DEPUTADO FEDERAL FRANCISCO ROSSI CRITICA PARTICIPAÇÃO DE MINISTRO NA MARCHA DA MACONHA

Foto:Eduardo Metroviche

"Como ministro, ele não poderia defender o uso da maconha", afirmou Rossi

Rossi critica participação de ministro na Marcha da Maconha

Em discurso na Câmara na quarta-feira, 13, o deputado federal, Francisco Rossi (PMDB-SP) criticou o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, por ter apoiado e participado da Marcha da Maconha, no sábado, 9, no Rio de Janeiro.

“Como ministro, ele não poderia defender o uso da maconha, porque ela é a porta de entrada para drogas mais pesadas e legalizá-la não resolve o problema”, afirmou o deputado osasquense.

Na Marcha, Minc afirmou que “usuário de maconha não pode ser tratado como criminoso e que a proibição só gera mais violência, pois os traficantes aterrorizam comunidades”. Para o ministro, “a lei atual despenalizou, mas não descriminalizou”, disse. “Ainda é crime fumar maconha e acho que nós deveríamos avançar.”

Rossi diz que o usuário deve ser tratado como “vítima”, mas não concorda que a maconha deve ser legalizada. “O usuário é vítima, mas não podemos criar mecanismos que estimule o consumo”, defende.

O deputado de Osasco afirmou ainda que é importante saber se a posição do ministro representa a posição do governo sobre o assunto.

Fonte: http://www2.visaooeste.com.br/politica/rossi_critica_participacao_de_ministro_na_marcha_da_maconha.html

quarta-feira, 20 de maio de 2009

CARLOS MINC CRITICA IGREJA

Ministro do Governo Lula no meio ambiente diz que a Igreja erra em certos momentos

O ministro do meio ambiente Carlos Minc, criticou a Igreja em discurso realizado nesta semana, 19, no Palácio Guanabara, sede do governo do Rio de Janeiro, durante cerimônia de instalação do Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros). "Tem alguns momentos em que a Igreja erra feio. Um deles é a questão da camisinha. Se a gente fosse atrás da Igreja, quantas pessoas não estariam doentes?", discursou o ministro, em meio a aplausos da plateia.

FOTO AGÊNCIA O GLOBO

"Outra questão é a da homofobia. Como é que uma religião pode dizer que é fraterna e solidária com todos se pressiona os parlamentares a não aprovarem a lei que criminaliza a homofobia?", indagou, em seguida, o ministro. Para ele, quem cria obstáculos à aprovação do projeto de lei "é corresponsável pela multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários". Segundo Minc, 3 mil pessoas morreram no País em dez anos por causa de crimes homofóbicos.

Também em discurso, o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) foi aplaudido ao defender que funcionários públicos do Estado "saiam do armário". "Quando se vai a São Francisco, a Nova York, na parada gay, aparece a polícia uniformizada, os gays da polícia assumindo. A Polícia Civil, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, a Defensoria, eu conclamo a todos os membros do governo que no dia da parada gay se identifiquem." O governador disse que já lançou o desafio ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, mas reconheceu que ele "ficou olhando com aquela cara de gaúcho invocado".

Foto no Portal Jovem Pan

Minc e Cabral foram os autores, quando parlamentares, da lei estadual que já garantiu direitos previdenciários a cerca de 200 companheiros de ex-funcionários públicos homossexuais. O ministro se disse um defensor também da "biodiversidade sexual".

Para o coordenador do Programa Estadual Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento, o conselho será um canal com o governo para estabelecer políticas e fiscalizar as já existentes. "Vamos garantir a todos os homossexuais que assumirem dentro das secretarias que não haja situação de discriminação e preconceito." Segundo ele, serão investidos R$ 4 milhões este ano na criação do Disque Cidadania LGBT, de oito centros de referência, e na formação de policiais civis e militares sobre diversidade sexual e combate à homofobia.


Data: 19/5/2009 09:02:50
Fonte: Noticias Cristãs
http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=4614